ISSN 1807-1783                atualizado em 03 de junho de 2009   


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Uma roda de jongo africano na serra da Beleza

por Aloysio Clemente M. I. de J. Breves Beiler

Dia 16 de maio de 2009, Sábado.

 

Manhã fria e chuvosa no Rio de Janeiro, pegamos a estrada para mais uma visita ao quilombo de São José na serra da Beleza, distrito de Valença, RJ. A primeira visita ocorreu em 08 de setembro de 2007.

Com a portaria de titulação de terras assinada em 02 de fevereiro de 2009 pelo INCRA, os quilombolas de São José da Serra estão na última etapa do processo de mais de dez anos para ter a posse definitiva de sua terra. Aguardam a assinatura final do Presidente Lula.

A comunidade, formada por volta de 1850, por escravos bantos adquiridos pela fazenda Santa Isabel para a lavoura de café, possui hoje mais de 200 descendentes dos primeiros casais que ali fixaram residência: Tertuliano e Miquelina; Pedro e Militana.

Em dois carros pegamos a Dutra - Alceu, Zeca e Pedro - no outro Eu, Marly e Paulo Rodrigues (Paulinho). Paulinho, fotógrafo do Rio de Janeiro, ia fazer a cobertura. Poderosa Nikon com objetivas gigantes contrastavam com minha modesta digital.

Passamos por Piraí, porta de entrada do Vale do Café, Barra do Piraí, Ipiabas e Conservatória. De Conservatória para chegar ao quilombo, a estrada é de terra batida. A poeira da vez passada, em nossa primeira visita, a chuva retirou. Um gentil senhor ofereceu ajuda para seguí-lo atrás de sua camionete.

 

Confraternização de jongueiros – Pinheiral e São José da Serra. Foto Aloysio C Breves.

  

O caminho está mais bem cuidado. Poucas paradas para desviar o carro de algum atoleiro. No mirante da serra da Beleza, numa parada para fotos, tivemos que apressar o passo. Um fusquinha com três rapazes visivelmente embriagados e alegres insistiam para que Paulinho registrasse sua passagem pelo local. Paulinho com sua habitual generosidade, auxiliado pelo permanente estilo "paz e amor", bateu as fotos e deu a atenção necessária aos discípulos de Baco. A bebida era tanta e o local vazio fez com que batesse a "nóia" carioca de assaltos e medo.

Nos retiramos em direção à comunidade negra, nosso objetivo. Na entrada do quilombo nova parada. Um surpreendente engarrafamento de ônibus e carros que não conseguiam passar pelo local. Solução: esperar o retorno dos ônibus e então avançar pela estradinha mais estreita.

Paulinho boquiaberto comentava sobre a longa fila de jovens caminhando pela trilha:

É invasão! Parece Woodstock!

Como os ônibus não puderam seguir até o quilombo, os jovens pegaram suas tralhas, mochilas, barracas e acompanhavam na lateral os carros que subiam para a praça do quilombo.

Quase ao meio dia, enfim, chegamos!

 

A alegria das meninas do Caxambú de Porciúncula. Foto Aloysio C Breves.

 

Muito frio e muita gente. O pátio gramado estava lotado de barracas de camping de cores e estilos variados. A programação havia começado às 10 h com uma missa-afro. Estava na hora da feijoada. Resolvemos, dada a quantidade de pessoas, partir para o almoço. Fila para pagar e fila para comer. Após o almoço, as festividades começaram:

Capoeira, Maculelê e Samba de Roda; o Caxambu de Porciúncula, o Boi Pintadinho de Santo Antônio de Pádua, o Jongo de Quissamã e de Barra do Piraí.

Cerca de 800 pessoas se aglomeravam em volta das apresentações que se desenvolviam com muita alegria, apesar do frio que se acentuava. A Nikon de Paulo Rodrigues não parou um segundo.

Entre os presentes, profissionais de imprensa, pessoal de cinema que estavam cobrindo o evento para um documentário sobre Clementina de Jesus, nascida em Valença; outros que estavam montando seu próprio documentário sobre o quilombo, e um enxame de fotógrafos amadores.

Um dos grupos jongueiros cantou em homenagem à velha jongueira Clementina:

 

“Tava durumindo, cangoma me chamô!

Tava durumindo, cangoma me chamô!

Disse levanta povo, cativero acabô!

Disse levanta povo, cativero acabô!”

 

A simplicidade e a beleza do local impressionam Zeca, seu filho Pedro e Paulo Rodrigues, marinheiros de primeira viagem: chão de terra batida, cercas de bambú, e casas cobertas de sapê. Algumas construções de alvenaria destoam do ambiente rústico.

A palavra jongo é oriunda do quimbundo, língua dos bantos de Angola. O ritmo chegou ao Brasil-Colônia, com os negros trazidos como escravos para o trabalho forçado nas fazendas de café do Vale do Paraíba. Os bantos são membros de uma grande família etnolinguística dos escravos chamados angolas, congos, cambindas, benguelas e moçambiques e foram os primeiros escravos que chegaram ao Brasil.

 

 

Jongueiras de Pinheiral na roda. Foto Aloysio C Breves.

 

A dança do Jongo é religiosa-fetichista, podendo ser considerada afro-brasileira. É uma coreografia de roda, com movimentos circulares no sentido contrário aos dos ponteiros do relógio.

Os jongueiros procuram vencer um ao outro num desafio, através dos “pontos” do jongo. A dificuldade reside no texto dos pontos, pois são todos enigmáticos e metafóricos.

O jongo é uma dança profana para o divertimento, mas uma atitude religiosa permeia a festa. Antigamente, só os mais velhos podiam entrar na roda. Os jovens ficavam de fora observando. Os antigos eram muito rígidos com os mais novos e exigiam muita dedicação e respeito para ensinar os segredos ou “mirongas” do jongo e os fundamentos dos seus pontos.

 

Boi Pintadinho de Santo Antônio de Pádua. Foto Aloysio C Breves.

 

Os pontos do jongo têm linguagem metafórica cifrada, exigindo muita experiência para decifrar seus significados. Os jongueiros eram verdadeiros poetas-feiticeiros, que se desafiavam nas rodas de jongo para disputar sabedoria. Com o poder das palavras e uma forte concentração, buscavam encantar o outro por meio da poesia do ponto de jongo. Quem recebesse um ponto enigmático tinha que decifrá-lo na hora e respondê-lo (”desatar o ponto”). Caso contrário, ficava enfeitiçado, “amarrado”, chegando a desmaiar, perder a voz, se perder na mata, ou até mesmo morrer instantaneamente. Atualmente esses fatos não acontecem mais.

Em sua obra, Stein comenta que no caxambu os escravos faziam o comentário ferino e disfarçado do comportamento de seus supervisores e senhores. “Nesse contexto, os jongos eram cantos de protesto, subjugado, mas resistente”, observou Stein (1985).

Desde os mais remotos tempos, até a abolição a escrava era a concubina do chefe da casa, assim como, às vezes, a primeira amante de seus filhos[1].

Nas fazendas da Grama, São José do Pinheiro, Cachoeirinha, e Bracuí, dos poderosos Breves no vale do Paraíba fluminense, os jongos improvisados, os desafios, durante o caxambú, apresentavam uma oportunidade para comentários maliciosos e solertes, a respeito da sociedade de que os negros de um certo modo, eram parte integrante. Eis um caso, segundo um velho jongueiro, de uma escrava que tinha relações com o Senhor. Sinhá Dona Maria era a esposa legal:

 

Eu tô di má com Sinhá Dona Maria

Mas tô bem com o Sinhô Breves

 

As linhas de réplica analisavam de maneira fria e prática a situação:

 

Você ta má com Dona Maria

Mais Dona Maria tem crédito na cidade, arruma lá

 

Aludia também a uma briga na família a respeito de terras perto da estação de Belém:

 

Breves com Moraes todo dia tá demandando

Todo dia tá demandando por causa de terra de Belém

Terra sendo meu, boto divisa no meio.

 

O jongo é uma dança dos ancestrais, dos pretos-velhos escravos, do povo do cativeiro, e por isso pertence à “linha das almas”. Contam que aquele que tem a “vista forte” é capaz de enxergar um antigo jongueiro falecido se aproximar da roda para relembrar o tempo em que dançava o caxambu.

Contam também que alguns jongueiros, à meia-noite, plantavam no terreiro uma muda de bananeira que, durante a madrugada, crescia e dava frutos distribuídos para os presentes.

Outras histórias contadas por antigos jongueiros falam de casos de perda de voz, de consciência, desmaios, quedas e noites dormidas junto à bananeira, às vezes acarretadas pelo não cumprimento da obrigação de respeito devido aos

tambores e aos mais velhos. Os mestres jogavam para o alto um cinto que se transformava em cobra ao cair no chão, e jogavam para o alto o chapéu que se transformava num gavião e bicava a cobra[2].

O antropólogo Fernando Ortiz comenta: “O vocabulário do jongo é recheado de palavras de origem bantu (angoma, caxambu, jongo, tambu, cumba, zambi, ganazambi, guaiá) e de noções e valores que se relacionam com os das populações africanas e afro-americanas: reverência aos mortos; uso mágico da palavra cantada e da metáfora, à qual se atribuem forças que atuam sobre os vivos e sobre as coisas; crença na possessão por divindades e espíritos ancestrais, que deve ser evitada no jongo, mas produzida em rituais religiosos da umbanda; preferência pelas formas de canto e dança “dialogais.

 

Fatinha. Líder da União Jongueira de Pinheiral, RJ. Foto Aloysio C Breves.

 

Stein acrescenta: os jongos cantados em línguas africanas eram chamados quimzumba; os cantados em português, mais comuns à medida que diminuía o número dos velhos africanos na força de trabalho, visaria (Stein,1985)

 

 

Oi negro, que tá fazendo

Oi, na fazenda do senhor?

Sinhozinho mandou embora

Pra quê que negro voltou?

Dia treze de maio

Cativeiro acabou

E os escravos gritavam

Liberdade, senhor!

 

Encontramos o grupo de Jongo de Pinheiral, um dos mais antigos do Estado, representados pela Fatinha, que esbanjava simpatia e sorrisos para todos. São descendentes de escravos da fazenda São José do Pinheiro[3], um palácio hoje em ruínas, propriedade do comendador José de Souza Breves, citado por Zaluar  e o naturalista suiço Agassiz, que a visitaram em 1860 e 1865.

A apresentação foi fantástica. O ritmo e os pontos de jongo animaram a noite que se iniciava. Estavam acompanhados de alguns integrantes do Jongo do Arrozal, distrito de Piraí.

Os jongueiros de Pinheiral usam dois tambores, um maior e grave (caxambú) que faz o solo e um agudo, menor (candongueiro), que acompanha. No corpo do tambor maior, uma percussionista mulher bate com uma vara mantendo o ritmo.

 

Elas abrem os trabalhos cantando:

 

“Vou saravá terra que eu pisô

vou saravá terra que eu pisô

tô com Deus Nossa senhora

Ô li lê lê Ô lê lê

Ô li lê lê lêêêê.”

 

            Jongueiras:  Meméia, Gracinha, Neide e Adelaide de Pinheiral, RJ. Foto Aloysio C Breves.

 

Os pontos de jongo são variados. Os cantos são de abertura ou licença para início da roda de jongo; louvação - para saudar o local, o dono da casa ou um antepassado jongueiro; visaria - para alegrar a roda e divertir a comunidade; demanda, porfia ou “gurumenta” - para a briga, quando um jongueiro desafia seu rival a demonstrar sua sabedoria; encante - quando um jongueiro desejava enfeitiçar o outro pelo ponto; encerramento ou despedida - cantado ao amanhecer para saudar a chegada do dia e encerrar a festa.

 

“Ô lavadeira ô lavadeira

o que fez com a minha camisa

foi rolando foi rolando

foi parar no Paraiba

Ô li lê lê Ô lê lê

Ô li lê lê lêêêê.”

 

“Eu não me caso porque eu tenho medo

já vi homem casado

apanhá de manhã cedo

Ô li lê lê Ô lê lê

Ô li lê lê lêêêê.”

 

“Bombeiro da bomba

mi dá agua prá beber

qui a sede mi tomba

Ô li lê lê Ô lê lê

Ô li lê lê lêêêê.”

 

“Eu não bebo mais cachaça

Nem o cheiro eu quero ver

Mas depois que tá no copo

Não posso deixar perder

Ô li lê lê Ô lê lê

Ô li lê lê lêêêê.”

 

Para interromper o canto ou trocar de verso, os mestres jongueiros usam a palavra “Machado! ou Cachuêra”.

 

 

Mestre Manoel (Mané) Seabra. O mais velho jongueiro do quilombo. Foto Aloysio C Breves.

 

Fatinha com seu grupo prossegue com a tradição da União Jongueira de Pinheiral, com mais de 150 anos, perpetuando assim, os trabalhos de Tia Dinda, Mestre Benedito e Zé Biúna, da comunidade do Morro do Cruzeiro em Pinheiral, RJ.

O jovem cineasta Pedro, também chamado Juca, filho de Zeca, estava entusiasmado. Sumia, reaparecia, encontrou amigas da faculdade de cinema, ficou, namorou, perdeu a jovem, reencontrou. Coisas que acontecem na magia da Serra da Beleza.

A chegada de Mestre Manoel Seabra ao terreiro foi solene como da outra vez. O velho jongueiro estava de branco impecável e japona preta. O indefectível sorriso e a tranquilidade continuam iguais. Fui cumprimentá-lo e apresentei-o aos demais.

Mestre Manoel sofrera uma cirurgia recente e não dançaria o jongo, e que desde cedo recebera inúmeras visitas à sua casa ali no quilombo. O respeito e o carinho que todos lhe prestam é comovente.

Visitei Dona Maria Sarapião - uma das mais idosas senhoras daquela comunidade - na sua casa de sapê e piso de terra batida. À princípio arredia, mas conseguimos conversar. Perguntei-lhe se ainda dançava o jongo.

 

 

Benção da fogueira por Mãe Tetê do quilombo São José da Serra. Foto Aloysio C Breves.

 

Disse-me que não, a perna não ajudava. Mas que quando podia ficava até o dia clarear. Estava preocupada com sua plantação de milho e mandioca. Um boi havia entrado na roça e comido parte do plantio que ela mesma havia feito na enxada. Ainda brinquei com a velha senhora:

 

- Acho que esse boi é do Sêo Manoel Seabra!

 

Ela sorriu e disse que era do fazendeiro próximo.

 

Uma de suas netas estava agitada pelo assédio de pessoas, que entravam na casa e tiravam fotos, abraçavam e manifestavam carinho por Dona Maria.

Um velho jongueiro me disse que é correto, como manda a boa educação e respeito, ao chegar numa roda de jongo, saudar os tambores para iniciar a dança, e cumprimentar os mais velhos que são os donos da festa. São os símbolos mais importantes da festa.

Conflitos do gigantismo da festa e interesses contrariados na própria comunidade. A falta de infra-estrutura, e poder sendo questionado, tudo isso desemboca na figura de Antônio Nascimento Fernandes, o Toninho do Canecão, responsável pela festa e pela divulgação e preparo da confraternização.

Tumulto à vista? A alegre invasão de jovens cabeludos, alternativos e dispostos ao acampamento nas baixas temperaturas da serra da Beleza, aliados à publicidade que virá do sucesso de cada evento, podem levar à uma revisão por Toninho e seus pares, da concorrida festa negra em São José da Serra.

Logo após o Jongo de Pinheiral, entrou no terreiro a Cia. Folclórica Boi de Miracema, trazendo os folguedos Boi Pintadinho e Mineiro Pau. A alegria contagiou a galera presente. Dançaram, levantaram poeira do chão de terra, fizeram roda. Só acabou com o aviso de Toninho Canecão para a benção da fogueira.

Ao lado de Manoel Seabra, agradeceu a presença de todos, agradeceu a Deus pela saúde de Sêo Manoel e o cortejo partiu para acender e benzer a fogueira.

Vale a pena repetir a quadra do ponto de jongo:

 

Sinhô da pedreira

Benze essa fogueira

A lenha da fogueira

prá durar a noite inteira

 

Ah! Eu fui na mata

panhá a lenha

eu passei na cachoeira

molhei a mão

 

Ah! Eu fui na mata

panhá a lenha

eu passei na cachoeira

molhei a mão

 

Sinhô da pedreira

Benze essa fogueira

A lenha da fogueira

prá durar a noite inteira.

 

Acesa a fogueira, Terezinha Fernandes de Azedias - mãe Tetê -, matriarca da comunidade, com água de benzer numa cabaça, aspergia os convidados. E a roda de jongo homenageando os Pretos-Velhos se iniciou.

 

 

A quantidade de pessoas impedia a movimentação. Os flashes pipocavam e os gritos de Abre a Roda! ecoavam pelo terreiro. O duo verbal - participar e registrar - impediam a movimentação. O calor da fogueira é que determinou o afastamento.

Saímos de São José da Serra reconfortados e felizes com a miscigenação cultural. Satisfação maior foi presenciar a grande afluência de jovens que prestigiaram a festa. São eles que poderão propagar a experiência única de viver algumas horas em contato com os sons, sabores e cheiros da Mãe-África que exalavam da pequena comunidade quilombola da serra da Beleza.

Para eles que acampavam na escuridão e frio, ainda estava por acontecer uma noitada de forró e calango aos pés da fogueira, que só terminaria com o raiar do sol.

Em Piraí, no sítio Paraíso, depois de um caldo verde e vinho, uma pequena fogueira animou a roda de violão até o sono chegar.

Retornamos no domingo para o Rio de Janeiro, não antes de saborear uma moqueca de tucunaré com camarões no Bar do Peixe na saída de Piraí para o Rio.

Agora, é cantar o ponde de despedida "Vou caminhar", de Jair do Jongo de Pinheiral:

 

“Vou caminhar que o mundo gira,

vou caminhar que o mundo gira,

gira meu povo.

Ô li lê lê Ô lê lê

Ô li lê lê lêêêê.”

 

Notas sobre o autor:

 

Aloysio Clemente M. I. de J. Breves Beiler é advogado, pesquisador da História Fluminense. Autor do sítio “História do Café no Brasil Imperial” – www.brevescafe.oi.com.br

 

Monografias:

 

"Cidades Mortas: Declínio econômico das cidades do médio Paraíba na província do Rio de Janeiro no ciclo café. Aspectos econômicos, históricos e sociais. Pós-Graduação em Gestão da Excelência EmpresVerdana. UNIFOA-MUDES. Rio de Janeiro 2001;

 

“Pontal da Marambaia - A intervenção no meio ambiente por remanescentes de escravos e a Marinha do Brasil. Dano ambiental, preservação, ou direitos adquiridos pelo quilombolas?”. IAVM-UCAM-Universidade Cândido Mendes, RJ. 2005.

 

Terra quilombolas - preconceito, interesses econômicos. Projeto Dissertação de mestrado. FGV-Direito RIO .2009.

 

Artigos publicados:

 

O imperador do café. Revista de História da Biblioteca Nacional (v. 2, p. 82-85, 2007).

 

Pontal da Marambaia - A intervenção no meio ambiente por remanescentes de escravos e a Marinha do Brasil. Dano ambiental, preservação, ou direitos adquiridos pelos quilombolas?”.História e-História (v. 1, p. 1/51-2/51, 2007). Publicação com o apoio de NEE - Núcleo de Estudos Estratégicos / Arqueologia - UNICAMP.  ISSN 1807-1783.

 

 

Referências:

 

BREVES, Armando de Moraes. O Reino da Marambaia. Rio Gráfica Olímpica Editora, Ltda. Rio de Janeiro, 1966.

 

BREVES, Reynato Frazão de Souza. A Saga dos Breves. Ed. Valença. 1995.

 

MATTOS, Hebe e RIOS, Ana Maria LUGÃO. Memórias do cativeiro: família, trabalho e cidadania no pós-abolição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.

 

MELLO e SOUZA, Laura. O diabo e a Terra de Santa Cruz. São paulo: Companhia das Letras, 1987.

 

ORTIZ, Fernando. Los bailes y el teatro de los negros en el folklore de Cuba. Havana: 1985.

 

RIBEIRO , Maria de Lourdes Borges. O jongo. Rio de Janeiro: Funarte/Instituto Nacional do Folclore, 1984.

 

STEIN, Stanley J. Vassouras, a Brazilian coffee county, 1850-1900: the roles of planter and slave in a plantation society. Princeton: Princeton University Press, 1985.

 

ZALUAR, Augusto Emilio. Peregrinações pelas províncias de São Paulo e Rio de Janeiro. Ed. Itatiaia, SP. 1975.

 

Fontes

 

BREVESCAFÉ, História do Café no Brasil Imperial. http://www.brevescafe.oi.com.br

 

CD-ROM Memórias do cativeiro. Coordenação geral e roteiro: Hebe Mattos. Rio de Janeiro: Laboratório de História Oral e Imagem/ UFF.

 

IPHAN - Ministério da Cultura. Inventário Nacional de Referências Culturais e Elaboração do Dossiê para Registro do Jongo no Sudeste. Dossiê IPHAN. Jongo no Sudeste. 2001.

 

 

[1] CASTRO, João Baptista Júnior. O grão-senhor rural fluminense.

[2] IPHAN - Ministério da Cultura. Inventário Nacional de Referências Culturais e Elaboração do Dossiê para Registro do Jongo no Sudeste. Dossiê IPHAN. Jongo no Sudeste.

[3] Beiler, Aloysio Clemente M I de J Breves. História do Café no Brasil Imperial (www.brevescafe.oi.com.br)