Dia 16 de maio de 2009, Sábado.
Manhã fria e chuvosa no Rio de Janeiro, pegamos
a estrada para mais uma visita ao quilombo de São José na serra da Beleza,
distrito de Valença, RJ. A primeira visita ocorreu em 08 de setembro de 2007.
Com a portaria de titulação de terras assinada
em 02 de fevereiro de 2009 pelo INCRA, os quilombolas de São José da Serra estão
na última etapa do processo de mais de dez anos para ter a posse definitiva de
sua terra. Aguardam a assinatura final do Presidente Lula.
A comunidade, formada por volta de 1850, por
escravos bantos adquiridos pela fazenda Santa Isabel para a lavoura de café,
possui hoje mais de 200 descendentes dos primeiros casais que ali fixaram
residência: Tertuliano e Miquelina; Pedro e Militana.
Em dois carros pegamos a Dutra - Alceu, Zeca e
Pedro - no outro Eu, Marly e Paulo Rodrigues (Paulinho). Paulinho, fotógrafo do
Rio de Janeiro, ia fazer a cobertura. Poderosa Nikon com objetivas gigantes
contrastavam com minha modesta digital.
Passamos por Piraí, porta de entrada do Vale do
Café, Barra do Piraí, Ipiabas e Conservatória. De Conservatória para chegar ao
quilombo, a estrada é de terra batida. A poeira da vez passada, em nossa
primeira visita, a chuva retirou. Um gentil senhor ofereceu ajuda para seguí-lo
atrás de sua camionete.

Confraternização de
jongueiros – Pinheiral e São José da Serra. Foto Aloysio C Breves.
O caminho está mais bem cuidado. Poucas paradas
para desviar o carro de algum atoleiro. No mirante da serra da Beleza, numa
parada para fotos, tivemos que apressar o passo. Um fusquinha com três rapazes
visivelmente embriagados e alegres insistiam para que Paulinho registrasse sua
passagem pelo local. Paulinho com sua habitual generosidade, auxiliado pelo
permanente estilo "paz e amor", bateu as fotos e deu a atenção necessária aos
discípulos de Baco. A bebida era tanta e o local vazio fez com que batesse a "nóia"
carioca de assaltos e medo.
Nos retiramos em direção à comunidade negra,
nosso objetivo. Na entrada do quilombo nova parada. Um surpreendente
engarrafamento de ônibus e carros que não conseguiam passar pelo local. Solução:
esperar o retorno dos ônibus e então avançar pela estradinha mais estreita.
Paulinho boquiaberto comentava sobre a longa
fila de jovens caminhando pela trilha:
É invasão! Parece Woodstock!
Como os ônibus não puderam seguir até o
quilombo, os jovens pegaram suas tralhas, mochilas, barracas e acompanhavam na
lateral os carros que subiam para a praça do quilombo.
Quase ao meio dia, enfim, chegamos!

A alegria das meninas do
Caxambú de Porciúncula. Foto Aloysio C Breves.
Muito frio e muita gente. O pátio gramado
estava lotado de barracas de camping de cores e estilos variados. A programação
havia começado às 10 h com uma missa-afro. Estava na hora da feijoada.
Resolvemos, dada a quantidade de pessoas, partir para o almoço. Fila para pagar
e fila para comer. Após o almoço, as festividades começaram:
Capoeira, Maculelê e Samba de Roda; o Caxambu
de Porciúncula, o Boi Pintadinho de Santo Antônio de Pádua, o Jongo de Quissamã
e de Barra do Piraí.
Cerca de 800 pessoas se aglomeravam em volta
das apresentações que se desenvolviam com muita alegria, apesar do frio que se
acentuava. A Nikon de Paulo Rodrigues não parou um segundo.
Entre os presentes, profissionais de imprensa,
pessoal de cinema que estavam cobrindo o evento para um documentário sobre
Clementina de Jesus, nascida em Valença; outros que estavam montando seu próprio
documentário sobre o quilombo, e um enxame de fotógrafos amadores.
Um dos grupos jongueiros cantou em homenagem à
velha jongueira Clementina:
“Tava durumindo, cangoma me
chamô!
Tava durumindo, cangoma me
chamô!
Disse levanta povo, cativero
acabô!
Disse levanta povo, cativero
acabô!”
A simplicidade e a beleza do local impressionam
Zeca, seu filho Pedro e Paulo Rodrigues, marinheiros de primeira viagem: chão de
terra batida, cercas de bambú, e casas cobertas de sapê. Algumas construções de
alvenaria destoam do ambiente rústico.
A palavra jongo é oriunda do quimbundo, língua
dos bantos de Angola. O ritmo chegou ao Brasil-Colônia, com os negros trazidos
como escravos para o trabalho forçado nas fazendas de café do Vale do Paraíba.
Os bantos são membros de uma grande família etnolinguística dos escravos
chamados angolas, congos, cambindas, benguelas e moçambiques e foram os
primeiros escravos que chegaram ao Brasil.
Jongueiras de Pinheiral na
roda. Foto Aloysio C Breves.
A dança do Jongo é religiosa-fetichista,
podendo ser considerada afro-brasileira. É uma coreografia de roda, com
movimentos circulares no sentido contrário aos dos ponteiros do relógio.
Os jongueiros procuram vencer um ao outro num
desafio, através dos “pontos” do jongo. A dificuldade reside no texto dos
pontos, pois são todos enigmáticos e metafóricos.
O jongo é uma dança profana para o
divertimento, mas uma atitude religiosa permeia a festa. Antigamente, só os mais
velhos podiam entrar na roda. Os jovens ficavam de fora observando. Os antigos
eram muito rígidos com os mais novos e exigiam muita dedicação e respeito para
ensinar os segredos ou “mirongas” do jongo e os fundamentos dos seus pontos.

Boi Pintadinho de Santo
Antônio de Pádua. Foto Aloysio C Breves.
Os pontos do jongo têm linguagem metafórica
cifrada, exigindo muita experiência para decifrar seus significados. Os
jongueiros eram verdadeiros poetas-feiticeiros, que se desafiavam nas rodas de
jongo para disputar sabedoria. Com o poder das palavras e uma forte
concentração, buscavam encantar o outro por meio da poesia do ponto de jongo.
Quem recebesse um ponto enigmático tinha que decifrá-lo na hora e respondê-lo
(”desatar o ponto”). Caso contrário, ficava enfeitiçado, “amarrado”, chegando a
desmaiar, perder a voz, se perder na mata, ou até mesmo morrer instantaneamente.
Atualmente esses fatos não acontecem mais.
Em sua obra, Stein comenta que no caxambu os
escravos faziam o comentário ferino e disfarçado do comportamento de seus
supervisores e senhores. “Nesse contexto, os jongos eram cantos de protesto,
subjugado, mas resistente”, observou Stein (1985).
Desde os mais remotos tempos, até a abolição a
escrava era a concubina do chefe da casa, assim como, às vezes, a primeira
amante de seus filhos[1].
Nas fazendas da Grama, São José do Pinheiro,
Cachoeirinha, e Bracuí, dos poderosos Breves no vale do Paraíba fluminense, os
jongos improvisados, os desafios, durante o caxambú, apresentavam uma
oportunidade para comentários maliciosos e solertes, a respeito da sociedade de
que os negros de um certo modo, eram parte integrante. Eis um caso, segundo um
velho jongueiro, de uma escrava que tinha relações com o Senhor. Sinhá Dona
Maria era a esposa legal:
Eu tô di má com Sinhá Dona Maria
Mas tô bem com o Sinhô Breves
As linhas de réplica analisavam de maneira fria
e prática a situação:
Você ta má com Dona Maria
Mais Dona Maria tem crédito na cidade, arruma
lá
Aludia também a uma briga na família a respeito
de terras perto da estação de Belém:
Breves com Moraes todo dia tá demandando
Todo dia tá demandando por causa de terra de
Belém
Terra sendo meu, boto divisa no meio.
O jongo é uma dança dos ancestrais, dos
pretos-velhos escravos, do povo do cativeiro, e por isso pertence à “linha das
almas”. Contam que aquele que tem a “vista forte” é capaz de enxergar um antigo
jongueiro falecido se aproximar da roda para relembrar o tempo em que dançava o
caxambu.
Contam também que alguns jongueiros, à
meia-noite, plantavam no terreiro uma muda de bananeira que, durante a
madrugada, crescia e dava frutos distribuídos para os presentes.
Outras histórias contadas por antigos
jongueiros falam de casos de perda de voz, de consciência, desmaios, quedas e
noites dormidas junto à bananeira, às vezes acarretadas pelo não cumprimento da
obrigação de respeito devido aos
tambores e aos mais velhos. Os mestres jogavam
para o alto um cinto que se transformava em cobra ao cair no chão, e jogavam
para o alto o chapéu que se transformava num gavião e bicava a cobra[2].
O antropólogo Fernando Ortiz comenta: “O
vocabulário do jongo é recheado de palavras de origem bantu (angoma, caxambu,
jongo, tambu, cumba, zambi, ganazambi, guaiá) e de noções e valores que se
relacionam com os das populações africanas e afro-americanas: reverência aos
mortos; uso mágico da palavra cantada e da metáfora, à qual se atribuem forças
que atuam sobre os vivos e sobre as coisas; crença na possessão por divindades e
espíritos ancestrais, que deve ser evitada no jongo, mas produzida em rituais
religiosos da umbanda; preferência pelas formas de canto e dança “dialogais.

Fatinha. Líder da União
Jongueira de Pinheiral, RJ. Foto Aloysio C Breves.
Stein acrescenta: os jongos cantados em línguas
africanas eram chamados quimzumba; os cantados em português, mais comuns à
medida que diminuía o número dos velhos africanos na força de trabalho, visaria
(Stein,1985)
Oi negro, que tá fazendo
Oi, na fazenda do senhor?
Sinhozinho mandou embora
Pra quê que negro voltou?
Dia treze de maio
Cativeiro acabou
E os escravos gritavam
Liberdade, senhor!
Encontramos o grupo de Jongo de Pinheiral, um
dos mais antigos do Estado, representados pela Fatinha, que esbanjava simpatia e
sorrisos para todos. São descendentes de escravos da fazenda São José do
Pinheiro[3],
um palácio hoje em ruínas, propriedade do comendador José de Souza Breves,
citado por Zaluar e o naturalista suiço Agassiz, que a visitaram em 1860 e
1865.
A apresentação foi fantástica. O ritmo e os
pontos de jongo animaram a noite que se iniciava. Estavam acompanhados de alguns
integrantes do Jongo do Arrozal, distrito de Piraí.
Os jongueiros de Pinheiral usam dois tambores,
um maior e grave (caxambú) que faz o solo e um agudo, menor (candongueiro), que
acompanha. No corpo do tambor maior, uma percussionista mulher bate com uma vara
mantendo o ritmo.
Elas abrem os trabalhos cantando:
“Vou saravá terra que eu pisô
vou saravá terra que eu pisô
tô com Deus Nossa senhora
Ô li lê lê Ô lê lê
Ô li lê lê lêêêê.”

Jongueiras: Meméia,
Gracinha, Neide e Adelaide de Pinheiral, RJ. Foto Aloysio C Breves.
Os pontos de jongo são variados. Os cantos são
de abertura ou licença para início da roda de jongo; louvação - para saudar o
local, o dono da casa ou um antepassado jongueiro; visaria - para alegrar a roda
e divertir a comunidade; demanda, porfia ou “gurumenta” - para a briga, quando
um jongueiro desafia seu rival a demonstrar sua sabedoria; encante - quando um
jongueiro desejava enfeitiçar o outro pelo ponto; encerramento ou despedida -
cantado ao amanhecer para saudar a chegada do dia e encerrar a festa.
“Ô lavadeira ô lavadeira
o que fez com a minha camisa
foi rolando foi rolando
foi parar no Paraiba
Ô li lê lê Ô lê lê
Ô li lê lê lêêêê.”
“Eu não me caso porque eu tenho medo
já vi homem casado
apanhá de manhã cedo
Ô li lê lê Ô lê lê
Ô li lê lê lêêêê.”
“Bombeiro da bomba
mi dá agua prá beber
qui a sede mi tomba
Ô li lê lê Ô lê lê
Ô li lê lê lêêêê.”
“Eu não bebo mais cachaça
Nem o cheiro eu quero ver
Mas depois que tá no copo
Não posso deixar perder
Ô li lê lê Ô lê lê
Ô li lê lê lêêêê.”
Para interromper o canto ou trocar de verso, os
mestres jongueiros usam a palavra “Machado! ou Cachuêra”.
Mestre Manoel (Mané) Seabra.
O mais velho jongueiro do quilombo. Foto Aloysio C Breves.
Fatinha com seu grupo prossegue com a tradição
da União Jongueira de Pinheiral, com mais de 150 anos, perpetuando assim, os
trabalhos de Tia Dinda, Mestre Benedito e Zé Biúna, da comunidade do Morro do
Cruzeiro em Pinheiral, RJ.
O jovem cineasta Pedro, também chamado Juca,
filho de Zeca, estava entusiasmado. Sumia, reaparecia, encontrou amigas da
faculdade de cinema, ficou, namorou, perdeu a jovem, reencontrou. Coisas que
acontecem na magia da Serra da Beleza.
A chegada de Mestre Manoel Seabra ao terreiro
foi solene como da outra vez. O velho jongueiro estava de branco impecável e
japona preta. O indefectível sorriso e a tranquilidade continuam iguais. Fui
cumprimentá-lo e apresentei-o aos demais.
Mestre Manoel sofrera uma cirurgia recente e
não dançaria o jongo, e que desde cedo recebera inúmeras visitas à sua casa ali
no quilombo. O respeito e o carinho que todos lhe prestam é comovente.
Visitei Dona Maria Sarapião - uma das mais
idosas senhoras daquela comunidade - na sua casa de sapê e piso de terra batida.
À princípio arredia, mas conseguimos conversar. Perguntei-lhe se ainda dançava o
jongo.
Benção da fogueira por Mãe
Tetê do quilombo São José da Serra. Foto Aloysio C Breves.
Disse-me que não, a perna não ajudava. Mas que
quando podia ficava até o dia clarear. Estava preocupada com sua plantação de
milho e mandioca. Um boi havia entrado na roça e comido parte do plantio que ela
mesma havia feito na enxada. Ainda brinquei com a velha senhora:
- Acho que esse boi é do Sêo Manoel Seabra!
Ela sorriu e disse que era do fazendeiro
próximo.
Uma de suas netas estava agitada pelo assédio
de pessoas, que entravam na casa e tiravam fotos, abraçavam e manifestavam
carinho por Dona Maria.
Um velho jongueiro me disse que é correto, como
manda a boa educação e respeito, ao chegar numa roda de jongo, saudar os
tambores para iniciar a dança, e cumprimentar os mais velhos que são os donos da
festa. São os símbolos mais importantes da festa.
Conflitos do gigantismo da festa e interesses
contrariados na própria comunidade. A falta de infra-estrutura, e poder sendo
questionado, tudo isso desemboca na figura de Antônio Nascimento Fernandes, o
Toninho do Canecão, responsável pela festa e pela divulgação e preparo da
confraternização.
Tumulto à vista? A alegre invasão de jovens
cabeludos, alternativos e dispostos ao acampamento nas baixas temperaturas da
serra da Beleza, aliados à publicidade que virá do sucesso de cada evento, podem
levar à uma revisão por Toninho e seus pares, da concorrida festa negra em São
José da Serra.
Logo após o Jongo de Pinheiral, entrou no
terreiro a Cia. Folclórica Boi de Miracema, trazendo os folguedos Boi Pintadinho
e Mineiro Pau. A alegria contagiou a galera presente. Dançaram, levantaram
poeira do chão de terra, fizeram roda. Só acabou com o aviso de Toninho Canecão
para a benção da fogueira.
Ao lado de Manoel Seabra, agradeceu a presença
de todos, agradeceu a Deus pela saúde de Sêo Manoel e o cortejo partiu para
acender e benzer a fogueira.
Vale a pena repetir a quadra do ponto de jongo:
Sinhô da pedreira
Benze essa fogueira
A lenha da fogueira
prá durar a noite inteira
Ah! Eu fui na mata
panhá a lenha
eu passei na cachoeira
molhei a mão
Ah! Eu fui na mata
panhá a lenha
eu passei na cachoeira
molhei a mão
Sinhô da pedreira
Benze essa fogueira
A lenha da fogueira
prá durar a noite inteira.
Acesa a fogueira, Terezinha Fernandes de
Azedias - mãe Tetê -, matriarca da comunidade, com água de benzer numa cabaça,
aspergia os convidados. E a roda de jongo homenageando os Pretos-Velhos se
iniciou.
A quantidade de pessoas impedia a movimentação.
Os flashes pipocavam e os gritos de Abre a Roda! ecoavam pelo terreiro. O duo
verbal - participar e registrar - impediam a movimentação. O calor da fogueira é
que determinou o afastamento.
Saímos de São José da Serra reconfortados e
felizes com a miscigenação cultural. Satisfação maior foi presenciar a grande
afluência de jovens que prestigiaram a festa. São eles que poderão propagar a
experiência única de viver algumas horas em contato com os sons, sabores e
cheiros da Mãe-África que exalavam da pequena comunidade quilombola da serra da
Beleza.
Para eles que acampavam na escuridão e frio,
ainda estava por acontecer uma noitada de forró e calango aos pés da fogueira,
que só terminaria com o raiar do sol.
Em Piraí, no sítio Paraíso, depois de um caldo
verde e vinho, uma pequena fogueira animou a roda de violão até o sono chegar.
Retornamos no domingo para o Rio de Janeiro,
não antes de saborear uma moqueca de tucunaré com camarões no Bar do Peixe na
saída de Piraí para o Rio.
Agora, é cantar o ponde de despedida "Vou
caminhar", de Jair do Jongo de Pinheiral:
“Vou caminhar que o mundo
gira,
vou caminhar que o mundo
gira,
gira meu povo.
Ô li lê lê Ô lê lê
Ô li lê lê lêêêê.”
Notas sobre o autor:
Aloysio Clemente M. I. de J.
Breves Beiler é advogado, pesquisador da História Fluminense. Autor do sítio
“História do Café no Brasil Imperial” – www.brevescafe.oi.com.br
Monografias:
"Cidades Mortas: Declínio
econômico das cidades do médio Paraíba na província do Rio de Janeiro no ciclo
café. Aspectos econômicos, históricos e sociais. Pós-Graduação em Gestão da
Excelência EmpresVerdana. UNIFOA-MUDES. Rio de Janeiro 2001;
“Pontal da Marambaia - A
intervenção no meio ambiente por remanescentes de escravos e a Marinha do
Brasil. Dano ambiental, preservação, ou direitos adquiridos pelo quilombolas?”.
IAVM-UCAM-Universidade Cândido Mendes, RJ. 2005.
Terra quilombolas -
preconceito, interesses econômicos. Projeto Dissertação de mestrado. FGV-Direito
RIO .2009.
Artigos publicados:
O imperador do café. Revista
de História da Biblioteca Nacional (v. 2, p. 82-85, 2007).
Pontal da Marambaia - A
intervenção no meio ambiente por remanescentes de escravos e a Marinha do
Brasil. Dano ambiental, preservação, ou direitos adquiridos pelos
quilombolas?”.História e-História (v. 1, p. 1/51-2/51, 2007). Publicação com o
apoio de NEE - Núcleo de Estudos Estratégicos / Arqueologia - UNICAMP. ISSN
1807-1783.
Referências:
BREVES, Armando de Moraes. O Reino da
Marambaia. Rio Gráfica Olímpica Editora, Ltda. Rio de Janeiro, 1966.
BREVES, Reynato Frazão de Souza. A Saga dos
Breves. Ed. Valença. 1995.
MATTOS, Hebe e RIOS, Ana Maria LUGÃO. Memórias
do cativeiro: família, trabalho e cidadania no pós-abolição. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2005.
MELLO e SOUZA, Laura. O diabo e a Terra de
Santa Cruz. São paulo: Companhia das Letras, 1987.
ORTIZ, Fernando. Los
bailes y el teatro de los negros en el folklore de Cuba. Havana: 1985.
RIBEIRO , Maria de Lourdes Borges. O jongo. Rio
de Janeiro: Funarte/Instituto Nacional do Folclore, 1984.
STEIN, Stanley J. Vassouras, a
Brazilian coffee county, 1850-1900: the roles of planter and slave in a
plantation society. Princeton: Princeton University Press, 1985.
ZALUAR, Augusto Emilio. Peregrinações pelas
províncias de São Paulo e Rio de Janeiro. Ed. Itatiaia, SP. 1975.
Fontes
BREVESCAFÉ, História do Café no Brasil
Imperial.
http://www.brevescafe.oi.com.br
CD-ROM Memórias do cativeiro. Coordenação geral
e roteiro: Hebe Mattos. Rio de Janeiro: Laboratório de História Oral e Imagem/
UFF.
IPHAN - Ministério da Cultura. Inventário Nacional de Referências Culturais e
Elaboração do Dossiê para Registro do Jongo no Sudeste. Dossiê IPHAN. Jongo no
Sudeste. 2001.
[1]
CASTRO, João Baptista Júnior. O grão-senhor rural fluminense.
[2]
IPHAN - Ministério da Cultura. Inventário Nacional de Referências
Culturais e Elaboração do Dossiê para Registro do Jongo no Sudeste.
Dossiê IPHAN. Jongo no Sudeste.
[3]
Beiler, Aloysio Clemente M I de J Breves. História do Café no Brasil
Imperial (www.brevescafe.oi.com.br)